Se tudo der certo, acabou a farra de algumas companhias aéreas de cobrar pela marcação de assentos. No mês passado, a Latam informou aos passageiros que, quem desejasse escolher o próprio assento para viajar, deveria desembolsar R$ 15 ou R$ 25 por trecho, de acordo com o tipo de passagem adquirida. A companhia, assim como a Gol, já cobrava pela seleção da poltrona na hora da compra do bilhete, mas a escolha era gratuita em dias mais próximos ao voo.
Com a radicalização da Latam, o senador Reguffe (sem partido-DF) apresentou um projeto proibindo a prática, que não foi coibida pela Anac, aprovado em votação simbólica nesta quarta-feira. O texto, agora, segue para análise da Câmara. A informação é da Folha de S.Paulo.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
Latam acaba com seleção gratuita de assento
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Ficou ainda mais caro voar Latam (Foto: Paulo Galvez da Silva) |
A Latam já havia feito uma alteração, meses atrás, que permitia a marcação gratuita de assentos apenas alguns dias antes da viagem. Para períodos mais antecipados, o custo era de R$ 10. Agora, além do aumento de 150%, a regra vale para qualquer prazo. Quem não quiser pagar, será obrigado a aceitar a seleção automática de poltrona. A nova regra passa a vigorar em 16 de agosto.
Também foi alterado o valor de antecipação ou adiamento do voo para o mesmo dia. Veja a tabela.
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Latam passa a cobrar pela marcação de assento (Reprodução) |
Vale lembrar ainda que a Latam é a única companhia aérea que opera no Brasil que oferece apenas água durante os voos.
O que pensa a Anac sobre isso? Ora, a Anac!
O que pensa a Anac sobre isso? Ora, a Anac!
terça-feira, 2 de maio de 2017
Fim da franquia de bagagem não será vantajoso para os consumidores, afirma Idec
Na última sexta-feira
(28), a Justiça Federal do Ceará derrubou decisão liminar que proibia a
cobrança por bagagem despachada em voos nacionais e internacionais. Com
isso, as companhias aéreas já estão autorizadas a vender passagens sem
franquia mínima, conforme prevê Resolução da Anac nº 400/2016. Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) o fim da franquia de bagagem não será vantajoso para os consumidores.
Conforme explica a
advogada do Instituto Claudia Almeida, “além da pesquisa de preço que o
consumidor já fazia, ele vai ter que verificar como é o procedimento
para despachar as bagagens, porque cada empresa pode fazer do jeito que
quiser. Ele ainda vai ter que programar quanto vai levar de bagagem na
ida e na volta, para pesquisar se aquela companhia aérea está ofertando
uma franquia que seja boa para ele”, alerta.
Por este motivo, o Idec pedirá para participar das ações como “amigo da corte” (amicus curiae)
ainda esta semana. Os processos estão correndo em dois Estados: São
Paulo — que concedeu liminar proibindo a cobrança — e Ceará, que
permitiu que as empresas colocassem em prática a valor adicional.
Como amigo da corte, o
Idec pretende que se prestigie a aplicação do Código de Defesa do
Consumidor. “Enquanto o Superior Tribunal de Justiça não decide em qual
Estado a ação vai correr, achamos melhor acompanhar de perto as duas
ações”, conclui a advogada
Da Assessoria
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