Uma
pesquisa realizada pela KPMG apontou que 25,5% das empresas do
Centro-Oeste devem reabrir os escritórios entre setembro e dezembro
deste ano. Segundo o estudo, cerca de 22% dos empreendimentos da
região já voltaram ao trabalho presencial antes de julho, enquanto
16,3% deles esperam retornar ainda no mês de agosto. Essas são
algumas das conclusões da "Pesquisa nacional: como será o
retorno aos escritórios", que avalia as perspectivas de
retomada das organizações durante a pandemia.
Quando
questionados se a empresa adotará uma estratégia de retorno
gradativo, para 31% dos empresários a previsão é de que a retomada
inicial aos escritórios contemple até 50% dos profissionais da
empresa. Já para 23,6% deles, a volta ao trabalho presencial deve
atingir todo o quadro de funcionários da organização, enquanto
cerca de 22% esperam voltar ao regime presencial com no máximo 30%
dos empregados.
"Apesar de termos registro de casos
desde março no Centro-Oeste, existe uma percepção de que esta foi
a última região afetada pela covid-19. Isto se deve a vários
fatores, incluindo a dimensão territorial e o número de casos
confirmados que se manteve baixo nos primeiros meses da pandemia. Foi
somente em maio que a curva começou a subir na região como um todo.
Por esse motivo, as empresas estão mais cautelosas quanto ao retorno
presencial das atividades", analisa o sócio da KPMG, Ray
Souza.
Com relação à produtividade dos colaboradores
durante a pandemia, para 45,5% dos entrevistados não houve aumento,
nem queda no desempenho obtido no período. Para outros 31%, no
entanto, esse índice aumentou em até 20%, enquanto para 11% deles
houve um crescimento superior a 20% no rendimento dos
funcionários.
"A pesquisa aponta que as empresas
estão buscando se adaptar a essa nova realidade, implementando
medidas para que o retorno dos funcionários aconteça de forma
segura. A retomada será gradativa até para que os gestores possam
avaliar a efetividade da implementação desse processo", afirma
André Coutinho, sócio-líder de clientes e mercados da KPMG no
Brasil e na América do Sul.
Sobre a pesquisa
A
"Pesquisa nacional: como será o retorno aos escritórios"
foi feita no mês de junho, deste ano, com empresários dos seguintes
setores: agronegócio (8%); consumo e varejo (11%); energia e
recursos naturais (8%); governo (2%); saúde e ciências da vida
(7%); mercados industriais (16%); infraestrutura (6%); setor
financeiro (18%); tecnologia, mídia e telecomunicações (9%);
serviços (14%); e ONGs (1%). Já a distribuição geográfica dos
entrevistados foi 77,9% no Sudeste; 8,1% no Sul, 7,6% no Centro
Oeste, 3,6% no Nordeste e 2,6% no Norte. O conteúdo está disponível
na íntegra no
link: http://home.kpmg/br/pt/home/insights/2020/07/pesquisa-nacional-como-sera-retorno-aos-escritorios.html.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2020
terça-feira, 19 de maio de 2020
Hospital Regional de Luziânia tem vagas de trabalho

Para começar a atender ainda nessa semana o Hospital de Luziânia, em Goiás, está com vagas de trabalho abertas. Nessa primeira fase o Instituto de Medicina, Estudos e desenvolvimento – IMED – abriu processo seletivo para contratação imediata de 138 profissionais entre enfermeiros, técnicos e pessoal administrativo. O edital está no site www.imed.org.br e os currículos são recebidos exclusivamente por e-mail. O endereço é selecaorh.luziania@imed.org.br.
O hospital, que se estrutura para começar a atender a população, recebeu 10 respiradores, recuperados pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e Senai. Há outros 12 já comprados pelo Município, com o que serão 23 para uso na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que abre para atender, principalmente, casos de Covid-19. Dos 72 leitos, 20 são de UTI e 31 para casos semicríticos. A previsão é de que o atendimento à população comece na próxima quinta-feira.
Cerca de 1,2 milhão de pessoas moram na região e serão beneficiadas pela nova unidade de saúde. Luziânia tem 51 casos confirmados e três mortes causadas pelo Coronavírus.
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